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Exposicao - MEMORIAS DE UMA EPIDEMIA 2 - COLETIVOS EM SOLIDARIEDADE - Museu da Diversidade Sexual

O Museu da Diversidade Sexual de São Paulo lançou, no dia 14 de setembro de 2021 a segunda parte da exposição virtual "Memórias de uma Epidemia", que trata especificamente dos "Coletivos em Solidariedade" na resposta à questão do hiv/aids.



A primeira parte da exposição, já abordada aqui no blog, tratou sobre como a mídia brasileira foi a responsável por criar narrativas estigmatizantes do hiv/aids.


Saiba mais sobre a primeira parte aqui:



Agora, os coletivos identitários, de pessoas vivendo com hiv/aids, de direitos humanos, de pessoas LGBTQIA+, entre outros, oferecem sua contribuição para construir narrativas possíveis e reais de vida com hiv/aids.


Fala do GAPA São Paulo, criado em 1985 como o pioneiro no país, e como tais instituições geraram "respostas à epidemia e permanecem como aprendizado até hoje".


E não tinha como não falar da ABIA, que teve o seu estatuto registrado em 1987, e que foi criada por Betinho, ou Herbert de Souza, e o médico Walter Almeida.


Também impossível esquecer do Pela Vidda, fundado por Herbert Daniel e do GIV.

Outro destaque muito grande foi o papel educativo que tais instituições tiveram, moldando a resposta brasileira ao hiv/aids que até hoje, apesar de tudo, ainda gera frutos.



E a exposição ainda fala sobre a inolvidável Brenda Lee, pioneira no acolhimento de mulheres trans e travestis vivendo com hiv/aids, e que fez muito mais, amalgamando o movimento dos direitos das travestis e mulheres trans no país.


Hoje, em um país que não conta com políticas públicas inovadoras de atenção à questão do hiv/aids, pelo contrário, está mesmo desmantelando o que já foi arduamente conquistado no passado, são as instituições coletivas que mantém a chama da resistência acesa.


Para acessar a exposição, basta clicar no link abaixo:


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