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  • Lhivros e Arthivismo

Filme - LEAVING METROPOLIS - Brad Fraser

Comecei a assistir ao filme "Leaving Metropolis", e já nos primeiros minutos experimentei uma forte sensação de "dejà vu"... Percebi que já havia assistido à mesma história no teatro, mais especificamente na peça "Pobre Super Homem", em 2017 no Teatro Sérgio Cardoso em São Paulo.



Só depois, ao pesquisar sobre, descobri que o filme "Leaving Metropolis", lançado em 2002, é uma adaptação da peça teatral supracitada, por sua vez lançada em 1994, ambas escritas pelo mesmo autor: Brad Fraser.


David é um pintor relativamente bem sucedido, que viu a maior parte dos seus amigos morrerem vítimas da aids, e com isso seu círculo de amigos se viu restringido a Kryla, uma repórter, e Shannon, uma mulher trans que deseja fazer a cirurgia de readequação sexual mas seus médicos a desaconselham pelo fato de ela viver com hiv.


Após um episódio de grande bloqueio criativo, ele resolve escolher um emprego qualquer, que alivie sua mente, então ele escolhe se candidatar a uma vaga de garçom em um restaurante de um casal, Violet e Matt.


David e Matt se apaixonam e mantêm um relacionamento complicado, que termina quando David resolve expor os quadros que fez de Matt.


Na casa de David, há um painel com os nomes de todos os amigos que faleceram. A carga viral de Shannon volta a subir, fazendo - a trocar de esquema medicamentoso.


Shannon infelizmente tem uma doença cerebral degenerativa, irreversível, e decide se suicidar.


Muito interessante, tanto no filme como na peça teatral, existe uma interessante construção metafórica da relação do Super - Homem com o hiv. Assim como David seria "o último gay" sobrevivente à aids, o super-herói também é o último sobrevivente de seu planeta natal. E mais, para viver melhor em nosso mundo, ele precisa "viver no armário", como muitas pessoas LGBTQIA+, assim como muitas que vivem com hiv.


Assista ao filme pelo link abaixo:



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