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  • Lhivros e Arthivismo

Lives - CICLO +POSITHIVE - Museu Vozes Diversas

O Museu Vozes Diversas é, em suas próprias palavras, "um espaço digital de exposição de arte, cultura e educação não-normativa.


Foi criado em 2020 para o desfrute de artistas, pensadoras e pensadores, educadoras e educadores considerades “fora do padrão” para as Instituições Culturais tradicionais. E, justamente por isso, um dos propósitos é abrir diálogos sobre as estruturas que compõem os padrões vigentes.


O seu acervo é paulatinamente formado por “ocupações”. Cada artista, interessade em participar do Museu, “ocupa” as redes sociais (Facebook, Youtube, Instagram e Spotify) por uma semana e, nesse período, faz postagens, textos e vídeos que representam tanto a sua obra como o significado da sua existência no mundo.



E desde o dia 03/09/2021 o Museu apresentou o Ciclo +PositHIVe, em que há a participação direta de diversas personalidades do universo cultural e social do hiv/aids.


Iniciou-se com o Tributo a Herbert Daniel, e ocorreu uma conversa: James N Green. Autor de vários livros e o mais recente, "Revolucionário e gay: a vida extraordinária de Herbert Daniel", foi lançado em 2018 pela Editora Civilização Brasileira e já foi tratado aqui no blog



A seguir, com o Tributo a Caio Fernando Abreu, houve a live com Liana Farias. Presidenta da Associação dos Amigos do Caio F e idealizadora da Expo “Doces Memórias” que esteve em cartaz no Sesc Copacabana e Museu da República - Brasília - DF. Escreveu a monografia: “As flores que ele plantou - Abordagem da aids nas crônicas de Caio F”


Depois, foi realizado o Café Polifônico com a dra. Márcia Rachid, de quem sou fã incondicional. Ela é médica formada em 1982 pela UNIRIO. Mestre em Doenças Infecciosas e Parasitárias pela UFRJ. Cofundadora do Grupo Pela VIDDA RJ. Coautora do livro Manual de HIV/Aids. Autora do livro Sentença de Vida. Assistência a pessoas que vivem com HIV desde 1984, que também já foi abordado aqui.



Em sequência, o Ciclo +positHIVe, recebeu a participação de Ramon Nunes Mello. Ele é poeta, escritor, yoguin nômade e ativista dos direitos humanos. Autor dos livros "Vinis mofados", "Poemas tirados de notícias de jornal", "Há um mar no fundo de cada sonho" e "A menina que queria ser árvore". Organizou a obra "Ney Matogrosso, Vira-Lata de Raça - memórias" e a antologia "Tente entender o que tento dizer: poesia + hiv / aids", que já teve um post dedicado a ela.



Então, foi a vez de Lili Nascimento. Vive com HIV, é pisciana, cronista, integrante da Loka de Efavirenz e da ICW Brasil (Comunidade Internacional de Mulheres Vivendo com HIV/AIDS).


Também houve a live com Leandro Noronha, e Ará Silva do Coletivo Contágio. Com desejo de propagar, espalhar, disseminar e infectar com outras ideias os imaginários sociais sobre o hiv/aids, o @coletivocontagio é criado em 2019 para promover um contágio coletivo sobre questões jogadas debaixo do tapete." Formado por artistas e ativistas vivendo com hiv/aids, sua existência mora no desconforto do não dito que, por vezes, dói e revela fissuras. Se nos apontam como falha, juntamos os nossos cacos para construir mundos possíveis e perturbar as pessoas que se incomodam com a palavra a i d s, lentamente pronunciada por vozes positivas que não temem o silêncio e que nunca se calam. Assim como veias, artérias, fluídos e material viral que correm em nossas veias, o @coletivocontagio é um convite para deixar se afetar por corporeidades positivas e reconfigurar imaginários sociais sobre temas silenciados e carregados de estigmas. Temos mais indignação do que vírus correndo pelo corpo."


Aconteceu um bate-papo com Adriana Bertini. Artista multimídia investiga arte para mudança social, aborda fome, hiv/aids e direitos humanos na sua produção artística. Tem obras em mais de 24 museus no mundo, 30 publicações em livros e artigos acadêmicos publicados. Atua como Diretora de Projetos no Instituto Cultural Barong @institutoculturalbarong e é integrante do coletivo de artistas visuais @1MulherporM2.


Continuando o Ciclo +positHIVe, receberam a atuação de Beto Volpe. Homossexual. HIV+ há 32 anos. Diretor da ONG Hipupiara. Autor do livro ‘Morte e Vida PositHIVa’. O livro também já apareceu por aqui:


Em seguida, houve uma live com três convidados para tratar sobre a exposição virtual do Museu da Diversidade Sexual de nome "Memórias de Uma Epidemia": Leonardo Arouca do Museu da Diversidade Sexual e membro fundador do acervo Bajubá, Remom Bortolozzi membro fundador do acervo Bajubá e Matheus Silva que é membro da diretoria na Associação da Parada do Orgulho LGBT de SP.


A exposição, que até o momento já conta com duas de suas quatro partes disponibilizadas, já foi tratada também por nosso blog:



Em mais uma conversa, o Ciclo contou com Alisson Barreto. Conselheiro Estadual de Saúde de São Paulo, secretário Nacional da Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e Aids (RNP+Brasil) e membro do GIV - Grupo de Incentivo à Vida.


Fechando o Ciclo +positHIVe, receberam a participação de Ronaldo Serruya. É ator e dramaturgo do Grupo XIX de teatro ( SP). Fundador do Teatro Kunyn coletivo que pesquisa a questão queer nas artes cênicas. Desenvolve também o projeto Como eliminar monstros: discursos artísticos sobre HIV/ AIDS. E autor do texto A doença do outro, ganhador do 7º Edital de Dramaturgia em pequenos formatos do CCSP (SP).


As lives e as participações des convidades a construir o Ciclo podem ser acessadas nos canais do Museu Vozes Diversas:



O ciclo durou de 3 de setembro de 2021 a 4 de novembro de 2021


Curadoria @jeffcelophane @sylvia_sato @edson.calheiros @ronaldoserruya


Produção @cintiaalvesdramaturga @csousaprodutor @ju.jaspion @tacultura2 @edgar.jacques

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