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  • Lhivros e Arthivismo

Livro - QUANDO TRES TEMPOS SE ENCONTRAM - Degmar dos Anjos

Em uma perspectiva sócio-histórica, esta obra reflete sobre os aspectos gerais da Juventude, problematiza o conceito de vulnerabilidade enquanto uma análise da dimensão cultural do risco nas sociedades atuais, aborda também o preconceito às pessoas que vivem com hiv/aids, que persiste mesmo tendo passado mais de três décadas desde o início da epidemia, finalizando por discutir o papel das ONGs e dos movimentos sociais na luta cidadã frente às conquistas e a manutenção das garantias sociais das pessoas que vivem com hiv/aids.



Primeiramente, o autor faz uma análise dos conceitos acadêmicos acerca da juventude, para passar ao tópico da vulnerabilidade da juventude brasileira ao hiv. Seja esta vulnerabilidade individual, social ou mesmo programática.


Já no terceiro capítulo, Degmar aborda as questões de preconceito relacionadas ao hiv/aids, assim como os movimentos sociais têm papel fundamental na luta contra a sorofobia.


A partir de um estudo de caso, com a entrevista com jovens que vivem com o vírus, o autor vai delineando conceitos aplicáveis a uma grande maioria das pessoas jovens e adolescentes nesta situação.


E mais, se desde 2015, quando o livro foi lançado, muita coisa mudou, especialmente a oficialização do conceito de indetectável = intransmissível, e o tratamento também melhorou muito, com a inclusão do dolutegravir, no campo do preconceito e da estigmatização ainda há muito caminho pela frente.


O livro explora como o medo da sorofobia é a maior dificuldade das pessoas que vivem com hiv, e como elas contam como já foram estigmatizadas, inclusive por familiares, é de cortar o coração.


O autor consegue capturar, nas páginas de sua obra, as vivências, dificuldades e as formas de superação de pessoas jovens que vivem com hiv/aids.

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